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Palácio das Artes – Belo Horizonte

Postado por: Rádio Rio Verde Em:


HISTÓRIA

A história da Fundação Clóvis Salgado – FCS inicia-se com a inauguração da Grande Galeria, em 30 de janeiro de 1970, no Palácio das Artes. Cria-se, então, a Fundação Palácio das Artes – FPA para administrar e conduzir as obras em andamento, em 1970.  Em 1978, foi alterada a denominação da FPA, para Fundação Clóvis Salgado, em homenagem à atuação do médico, professor e político que foi o responsável maior pelo levantamento dos recursos financeiros para a retomada das obras e conclusão do Palácio das Artes.

No início do século XX, em 21 de outubro de 1909, foi inaugurado na esquina das ruas Bahia e Goiás, o Teatro Municipal. O local integrou-se à vida da cidade com intensa e variada programação, passando a ser lugar de celebrações e solenidades oficiais.

Em 1940, considerando o contexto da vida da cidade, o prefeito Juscelino Kubitschek propõe a construção de um novo Teatro Municipal. O desgastado prédio da rua Goiás é reformado e transformado em cinema, em 1942, iniciando-se no ano seguinte as obras do novo teatro.

O conjunto da Pampulha já era uma realidade! JK convoca Oscar Niemeyer para mais uma grande obra. O arquiteto propõe um teatro implantado no parque municipal com ligação à avenida Afonso Pena por uma extensa passarela de concreto.

As obras foram paralisadas em 1945. Sem o seu Teatro Municipal, Belo Horizonte recebe em 1950, em caráter provisório, o “teatro de emergência”, que receberia mais tarde o nome de “Teatro Francisco Nunes”.

Diversos prefeitos se sucederam a JK e poucas tentativas de conclusão das obras foram feitas. Em 1955, o arquiteto Hélio Ferreira Pinto redimensiona o projeto original voltando o acesso do Palácio das Artes para a avenida Afonso Pena, acrescentando outros equipamentos ao teatro. Em março de 1971 o Grande Teatro do Palácio das Artes é inaugurado.

Finalmente, após 30 anos, o templo das artes idealizado por JK torna-se realidade. Outros espaços foram criados posteriormente, como o Cine Humberto Mauro (1978), Teatro João Ceschiatti e Galeria Arlinda Corrêa Lima (1984), Sala Juvenal Dias (1993) e a Galeria Mari’Stella Tristão (2016).

 

O Governo de Minas Gerais é o  mantenedor dos três Corpos Artísticos da Fundação Clóvis Salgado criados na década de 70: Cia. de Dança Palácio das Artes, Coral Lírico de Minas Gerais e Orquestra Sinfônica de Minas Gerais. Por meio deles, investe em criação, produção e difusão da arte, disponibilizando um calendário de programação permanente, com acesso gratuito ou ingressos a preços populares, que permite ao público fruir espetáculos de música erudita e popular, canto lírico, ópera e dança contemporânea.

A Cia. de Dança Palácio das Artes é reconhecida como importante companhia do Brasil sendo referência para a história da dança em Minas Gerais. Foi institucionalizada pela Fundação Clóvis Salgado, pela fusão dos integrantes do Ballet de Minas Gerais e da Escola de Dança, ambos dirigidos por Carlos Leite.

O Grupo desenvolve, atualmente, repertório de dança contemporânea, atuando também nas produções operísticas da Fundação. Tendo a co-criação e a transdisciplinaridade como pilares de sua produção, a Cia desenvolve pesquisas quanto à diversidade do intérprete na cena artística contemporânea, estabelecendo frutífero diálogo entre tradição e inovação. Seu atual regente é Cristiano Reis.

Em sua trajetória, já se apresentou em várias cidades de Minas, capitais do Brasil e países como Cuba, França, Itália, Palestina, Jordânia, Líbano e Portugal.

Criado em 1979, o Coral Lírico de Minas Gerais interpreta repertório diversificado, incluindo motetos, óperas, oratórios e concertos sinfônico-corais. Além das temporadas de ópera da Fundação Clóvis Salgado, participa das Séries Lírico ao Meio-DiaLírico em Concerto e Lírico Sacro.

A atual regente é Lara Tanaka e, em sua trajetória, o Coral Lírico de Minas Gerais teve como regentes os maestros Luiz Aguiar, Marcos Thadeu Miranda Gomes, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Ângela Pinto Coelho, Eliane Fajioli, Silvio Viegas, Charles Roussin, Afrânio Lacerda, Márcio Miranda Pontes e Lincoln Andrade.

A Orquestra Sinfônica de Minas Gerais é uma das mais ativas orquestras do país, tendo sido declarada Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de Minas Gerais. Em constante aprimoramento, cumpre o papel de difusora da música erudita, na diversidade de sua atuação em óperas, concertos e apresentações na capital e interior do Estado. Além dosConcertos no ParqueSinfônica ao Meio-dia e Sinfônica em Concerto, merece destaque o reconhecido programa Sinfônica Pop, que convida artistas da música popular brasileira para se apresentarem com a orquestra.

Seu atual regente titular é o maestro Silvio Viegas, que foi antecedido por nomes como os de Wolfgang Groth, Sérgio Magnani, Carlos Alberto Pinto Fonseca, Aylton Escobar, Emílio de César, David Machado, Afrânio Lacerda, Holger Kolodziej, Charles Roussin, Roberto Tibiriçá e Marcelo Ramos.

Grande Teatro do Palácio das Artes

O GRANDE TEATRO

Inaugurado em 1971, foi palco para montagem de mais de 70 óperas como Aída, Carmen, Erwartung, La Bohème, La Traviata, Lucia di Lammermoor, Madame Butterfly, Menina das Nuvens, O Guarani, Tosca, Turandot.

O Grande Teatro do Palácio das Artes consolidou-se como destacado templo para artistas locais, nacionais e internacionais. Tal destaque é merecido não apenas por sua diferenciada estrutura física e artística, mas, também, pela qualidade de sua programação.

Recebeu artistas como Astor Piazzola, B.B. King, Charles Aznavour, Madredeus, Mercedes Sosa, Miles Davis, Stanley Jordan e Montserrat Caballé.

O Ballet Bolshoi, Cia. Antônio Gades, Maurice Bejard, além de Mikhail Baryshnikov, Fernando Bujones e Ana Botafogo. Tambem marcaram presença Grupo Corpo, Cia de Dança Deborah Colker, Balé da Cidade de São Paulo, além de companhias da Inglaterra, Estados Unidos, Japão, Israel, entre outras.

A Música Brasileira registrou momentos marcantes com Caetano Veloso, Cartola, Chico Buarque, Elis Regina, Elza Soares, Gal Costa, Gilberto Gil, João Gilberto, Maria Bethânia, Marisa Monte, Milton Nascimento, Nana Caymmi, Nara Leão, Ney Matogrosso, Roberto Carlos, Tom Jobim, Zizi Possi, dentre outros.

Bibi Ferreira, Fernanda Montenegro, Marieta Severo, Marília Pera, Paulo Autran, Raul Cortez, Tônia Carrero e Grupo Galpão destacam-se como atrizes e atores, assim como Antunes Filho, Marília Pera ou Gabriel Vilela como diretores. Também subiram ao seu palco escritores como Adélia Prado, José Saramago, Raduan Nassar, Rubem Alves, além do fotógrafo Sebastião Salgado.

O Grande Teatro do Palácio das Artes tem seu nome inscrito na vida de Belo Horizonte!

ESPAÇOS CULTURAIS

Ópera, artes visuais, teatro, cinema, música erudita e popular, formação artística, são algumas das inúmeras atividades artísticas disponibilizadas ao público pela FCS em seus equipamentos: Palácio das Artes, CâmeraSete – Casa da Fotografia de Minas Gerais, Serraria Souza Pinto e Centro Técnico de Produção Raul Belém Machado.

Balcão de Informações

Segunda a sábado: 9h às 21h

Domingo: 14h às 20h

Feriado: 9h às 21h (sujeito a alterações de acordo com a programação da Casa)

Fone: (31) 3236-7400

Bilheterias

O Palácio das Artes conta com duas bilheterias, além de vendas de ingressos via internet e telefone:

Bilheteria Saguão Superior (entrada pela Av. Afonso Pena)

Ingressos para o Grande Teatro, Sala Juvenal Dias e Teatro João Ceschiatti.

Segunda a sábado: 10h às 21h

Domingo e feriado: 14h às 20h

[[Entre os dias 2 e 30 de janeiro a Bilheteria funciona em horário diferenciado: de segunda a sábado das 14h às 21h e, aos domingos, das 14h às 20h]]

Bilheteria Saguão Inferior

Ingressos exclusivamente para o Cine Humberto Mauro

Funcionamento: diário (de acordo com os horários das sessões do Cine Humberto Mauro).

Venda via internet:

 www.ingressorapido.com.br

Venda por telefone:

55 31 4003-1212

SITE OFICIAL

http://www.fcs.mg.gov.br/

PROGRAMAÇÃO

CLIQUE AQUI

 

 


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