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Leila Pinheiro

Brasil // Belém do Pará


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Biografia


LEILA PINHEIRO nasceu em Belém do Pará, norte do Brasil.
Iniciou seus estudos de piano aos 10 anos, no Instituto de Iniciação e Piano da tia Arlette Pinheiro.

Aos 20, abandona o segundo ano da faculdade de medicina para se dedicar à música.

Sua estreia oficial como cantora acontece em outubro de 1980, com o show “Sinal de Partida”, no Theatro da Paz, em Belém.

Em maio de 1981, muda-se para o Rio de Janeiro e logo grava de forma independente seu primeiro disco – LEILA PINHEIRO, lançado em 1983, com participações estelares de artistas e compositores como Tom Jobim, João Donato, Ivan Lins, Francis Hime e Toninho Horta.

Em 1985 participa do último grande festival de música brasileira, o Festival dos Festivais, cantando a música Verde (Eduardo Gudin – José Carlos Costa Netto). “Verde” é classificada em terceiro lugar e Leila recebe o prêmio de cantora revelação do festival.
Trinta e dois anos depois deste Festival e Verde segue como um mega sucesso na carreira de Leila.

Imediatamente após o Festival, Leila é contratada pela gravadora PolyGram e, no começo de 1986, grava o álbum OLHO NU, distribuído simultaneamente no Brasil e no Japão, com a participação especial do guitarrista americano Pat Metheny.
OLHO NU – canção inédita de Gilberto Gil, dada por ele à artista iniciante. Além de Gil, Caetano Veloso, Renato Russo, Cazuza….este trabalho leva Leila pela primeira vez ao Japão, representando o Brasil no 17º Festival Mundial Yamaha. Conquista o prêmio de melhor interpreted Festival.

No ano seguinte recebe da ABPD – Associação Brasileira de Produtores de Disco, o Trofeu Villa Lobos, como Revelação Feminina de 87.

Seu terceiro disco, ALMA, traz composições de Chico Buarque, Edu Lobo, Milton Nascimento, e Leila emplaca seu segundo grande sucesso – BESAME dos mineiros Flávio Venturini e Murilo Antunes. ALMA é lançado em março de 1988, pela PolyGram e, em seguida, sai também no Japão.

Em 1989 o contrato com a gravadora PolyGram é renovado e, produzido por Roberto Menescal, gravam juntos o grande sucesso que é BÊNÇÃO, BOSSA NOVA, comemorando os 30 anos da Bossa Nova. 10 medleys com músicas de Tom Jobim, Carlos Lyra, Durval Ferreira, Baden Powell, Marcos Valle , Johnny Alf, Jorge Benjor, Edu Lobo e Roberto Menescal. Disco de Ouro, com vendagem excepcional para a Bossa Nova que assim, volta a ser tocada nos shows e nas rádios Brasil afora.

Em julho de 1991, também pela PolyGram, o quinto disco de Leila:
OUTRAS CARAS – Caetano Veloso, Guilherme Arantes, Guinga, aqui gravado pela primeira vez por Leila, o Walter Franco de Serra do Luar, tornado sucesso na voz de Leila…
O show, dirigido por Nelson Motta acontece até o final de 1992.

Em julho do ano seguinte, a PolyGram lança COISAS DO BRASIL, produzido e arranjado pelo músico Cesar Camargo Mariano.
que renova a canção que dá nome ao CD e explode nas radios.
Ainda neste ano, apresenta-se pela primeira vez na Europa, cantando na Bélgica, na Holanda, na França e na Espanha.

Em maio de 1994 muda de gravadora e assina contrato com a EMI-Music.
ISSO É BOSSA NOVA retoma o caminho da bossa nova e junta para sempre o nome de Leila ao movimento. Lançado no final de outubro , segue em longa tournée pelo Brasil.
Entre março e maio de 1996 Leila assina a produção do CD CATAVENTO E GIRASSOL, integralmente
dedicado às parcerias de Guinga com Aldir Blanc.
Este CD segue como grande referência da obra do genial compositor e traz o set de cordas gravadas em Los Angeles, arranjadas e conduzidas pelo maestro argentino Jorge Callandreli.

Em setembro, convidada por Ivan Lins segue com ele em sua longa turnê Americana.

Ainda em outubro, volta à Nova Iorque para participar do show All Jobim no Carnegie Hall, ao lado de Al Jarreau, Ivan Lins, Dori Caymmi, Sharon Isbin e outros.

Em 1998, é lançado em setembro pela EMI Music seu nono CD:
NA PONTA DA LÍNGUA. O show estreia em maio do ano seguinte, dirigido pela atriz e roteirista Denise Bandeira.
Cole Porter, Gershwin, Rita Lee e clássicos da bossa nova, se juntam a Walter Franco, Frejat e Dulce Quental, com Leila sozinha ao piano, recebendo a cada show um músico convidado.

No final de agosto Leila faz shows com o grupo português Madredeus em duos perfeitos com Teresa Salgueiro.
Em outubro vai à Israel, e canta em Jerusalém no Brazilian Concert, acompanhada pela Jerusalem Symphony Orquestra, sob a regência do maestro paulistano Nelson Ayres.

Em agosto de 2000 lança REENCONTRO, seu décimo CD, pela EMI MUSIC. No mesmo mês participa da noite “Brazilian Things”, no Lincoln Center Out Of Doors, em Nova York, ao lado de Bebel Gilberto, Carol Saboya, Patrícia Marx e do grupo vocal Quinteto D’Elas.

Em outubro, Leila faz nova excursão pelos Estados Unidos com Ivan Lins, Ed Motta e o grupo instrumental Batacotô.
Juntos, percorrem os Estados Unidos de costa a costa – 13 Concertos em 12 cidades entre São Francisco e Nova York.
A excursão culmina no lendário Carnegie Hall, em Nova York, palco em que Leila pisa pela segunda vez, desta vez, para homenagear Ivan Lins, ao lado de nomes como Chaka Khan, Vanessa Williams, Brenda Russel e Fred Cole, entre outros.

É convidada por Francis Hime para integrar o elenco de solistas da “Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião”, ao lado de Lenine, Olívia Hime, Sérgio Santos e Zé Renato. Com a Orquestra Sinfônica Brasileira sob a regência de Francis Hime, o evento foi realizado em novembro, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

Em fevereiro de 2001, Leila assina contrato com nova gravadora, a Universal Music, ex-PolyGram, onde gravou seus primeiros discos entre 1986 e 1993: Olho Nu (1986); Alma (1988); Bênção, Bossa Nova (1989); Outras Caras (1991) e Coisas do Brasil (1993).

No final desse mesmo mês faz uma mini-temporada de shows no Japão, ao lado do cantor e compositor Ivan Lins, na tradicionalíssima casa de Jazz – Blue Note, em Tóquio.

Grava MAIS COISAS DO BRASIL no início de julho, ao vivo, no Espaço Universal Up no Rio de Janeiro. O projeto é um feito inédito; pela primeira vez, grava-se simultaneamente CD e DVD. Décimo primeiro disco de carreira – o primeiro ao vivo.
Em dezembro de 2001 o DVD chega ao Mercado. Nos shows da turnê deste CD, o blues “Hoje”, parceria inédita de Leila com Renato Russo, então recém-encontrada nos arquivos do compositor.

Em 2003 grava “Uma Voz ao Vento” para a trilha da minissérie “A Casa das Sete Mulheres” e “De um jeito que não sai”,
para a novela “Chocolate com Pimenta”, ambas da TV Globo.

Em 2005 grava em studio, pelo Selo Biscoito Fino, o CD Nos horizontes do mundo. O show deste CD percorre as principais capitais do país e, em agosto de 2006 grava, no Teatro do SESC Pinheiros, em São Paulo, o CD e o DVD ao vivo do show, lançados em junho de 2007.

Em dezembro de 2007 é lançado o CD e DVD “Agarradinhos”, que registra o duo de Leila com Roberto Menescal. Gravados ao vivo em julho de 2006, no estúdio de Leila, no Rio de Janeiro, a obra é lançada pelo selo de Leila (Tacacá Music) e de Menescal (Bossa 58), em parceria com a empresa de Roberto de Oliveira (RWR), que dirigiu o DVD, para a EMI MUSIC.

Em abril de 2009, através do selo Tacacá Music, lança o CD “Pra iluminar”, inteiramente dedicado à obra do compositor paulistano Eduardo Gudin, um dos autores da canção “Verde”, que
revelou Leila em 1985. O disco traz parcerias de Gudin com Paulinho da Viola, Paulo César Pinheiro, Paulo Vanzolini entre outros.

Em 2010 lançou “Meu segredo mais sincero” (em parceria com a Biscoito Fino), todo dedicado às músicas de Renato Russo e da Legião Urbana. Neste ano, comemorou seus 30 anos de carreira e 50 de vida.

Em 2011 lançou o CD “RAIZ” (CT Music | Atração), mergulhando pela primeira vez na música da região norte, onde nasceu. Este CD foi indicado ao Grammy Latino 2012.

Em março de 2012, na Inglaterra e na Europa, pelo selo inglês Far Out, foi lançado o CD “Ceu e mar” – duo de Leila com o grande guitarrista carioca Nelson Faria, com quinze pérolas raras do cancioneiro brasileiro.

No começo de 2014 Leila é convidada para graver um CD com o grupo
instrumental paulistano “SEIS COM CASCA”. Trabalho ainda inédito no mercado, reuniu os artistas agora, em única apresentação no Sesc de Santos – dia 23 de junho passado.

Ainda em 2014, Leila percorre o Brasil com o show Eu canto samba”, onde atualiza clássicos com a elegância que lhe é característica.

Em 2015, ano em que comemorou 35 anos de carreira, propõe ao seu público uma campanha de financiamento coletivo (Crowdfunding) para a gravação do seu primeiro EP “POR ONDE EU FOR”,
com apenas 4 canções – 3 inéditas e uma regravação.
Campanha super vitoriosa, renovou imensamente o contato de Leila com seus fãs nas redes sociais.

2016 e 2017 são anos de amplas mudanças no Brasil e no mundo.
O melhor lugar é o palco, lugar sagrado e íntimo. Nele, em formações diversas, ora sozinha ao piano, ora com seu trio, Leila segue tocando sua carreira e cumprindo seu destino. Cada tempo em seu lugar.

Se prepara agora para entrar em estúdio, produzir e gravar CD novo…

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